<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867</id><updated>2011-07-15T12:16:20.155-07:00</updated><title type='text'>Geo Glocal - Geografia Humana</title><subtitle type='html'>A geografia serve, antes de mais, para tornar o território num factor de qualidade de vida e num elemento de organização local/global.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114727836059101051</id><published>2006-05-10T09:18:00.000-07:00</published><updated>2006-05-11T06:11:06.976-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff9900;"&gt;Notas de uma emigração&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jacinto “Galeão”, era assim que chamavam em Lisboa ao avó do príncipe de Zé Fernandes.&lt;br /&gt;É com “Galeão” que começa a grande homenagem à cidade de Paris, uma vez que foi precisamente por ter emigrado de Portugal para França, que Jacinto herda a sua estadia e o seu crescimento na cidade que tanto vai amar.&lt;br /&gt;A primeira indicação deste percurso emigratório são as &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Costas da Cantábria&lt;/span&gt; que pela indicação que o narrador nos sugere foi feita de paquete: “ o paquete encontrou tão rijos mares que a Sr.ª D. Angelina...”(QUEIROZ, 1901:13). &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Baiona&lt;/span&gt; é a seguinte anotação que nos faz desta viagem, na qual dormiram uma noite, depois somente tomamos como referência a estrada de Orléans, já em França. Mais nada ficamos a saber deste roteiro... contudo dá-nos algumas referências que sequência uma reflexão breve sobre a emigração portuguesa nos finais do século de XIX.&lt;br /&gt;Necessário salientar para que não sejam criados equívocos que estas anotações de uma emigração que Eça de Queiroz escreve não obedece as então verificados pela maior parte da população no seu século, uma vez que a maior parte delas prendia-se com motivações económicas. Galeão foi para Paris por razões políticas. Além disso este destino, é diferenciado daqueles que se verificava na larga parte da população que emigrava nos finais do século XIX. Nos quadros da emigração realizados tanto por H.Lautensach e Orlando Ribeiro, salientam que grande parte dos emigrantes portugueses, nesta altura, dirigiram-se preferencialmente para o Brasil(RIBEIRO,1991: 813).&lt;br /&gt;Isto sugere-nos então, que o tipo de emigração que o escritor aborda refere-se a um caso muito particular, de que somente uma elite portuguesa do século XIX, então faria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bárbara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114727836059101051?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114727836059101051/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114727836059101051' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114727836059101051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114727836059101051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/05/notas-de-uma-emigrao-jacinto-galeo-era.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114653523933117899</id><published>2006-05-01T18:57:00.000-07:00</published><updated>2006-05-01T19:00:39.346-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/imag%20mcdonalds%20p%20o%20post.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/imag%20mcdonalds%20p%20o%20post.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33ccff;"&gt;&lt;strong&gt;Mcdonaldização e a sua expressão no território&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mcdonaldização, termo cunhado e desenvolvido por George Ritzer, sociólogo americano da Universidade de Maryland, no qual se refere á radicalização do processo de racionalização nas sociedades contemporâneas .&lt;br /&gt;Segundo este sociólogo, a Mcdonaldização “é o processo pelo qual os princípios do restaurante de comida rápida estão a dominar os cada vez mais sectores da sociedade americana, bem como do resto do mundo”(RITZER, 1993:1). Este processo generalizou-se e consolidou-se a todas as escalas do sector alimentar, desde a produção até à elaboração e preparação de pratos de comida.&lt;br /&gt;Este paradigma organizacional e social que predomina na nossa sociedade fundamenta-se, segundo Ritzer, em cinco princípios: ”eficiência, calculabilidade, previsibilidade, controlo acrescido e de substituição de mão de obra por maquinaria com tecnologia de ponta e de elevada eficiência e rentabilidade”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=21058867#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Esta racionalização, transformou por completo os diversos tipos de ocupação do espaço. Recorrendo, ao conceito de Boaventura Sousa Santos (2001), na sua análise dos processos hegemónicos, verifica-se, que a crescente globalização promove, uma padronização do paladar e a destruição do vastíssimo património gastronómico da humanidade.&lt;br /&gt;Sobre esta complexa questão, será de todo possível conciliar os rimos de vida modernos e citadinos com a preservação do património gastronómico cultural, parece difícil, todavia, parece-me mesmo neste contexto que algumas empresas têm valorizado a gastronomia tradicional na cada vez mais globalizada racionalização alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Marques&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=21058867#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; RITZER, George (1993), “The Mcdonaldization of society, Thousand Oaks: Pine forge Press.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114653523933117899?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114653523933117899/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114653523933117899' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114653523933117899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114653523933117899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/05/mcdonaldizao-e-sua-expresso-no.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114652885142067510</id><published>2006-05-01T17:06:00.000-07:00</published><updated>2006-05-01T17:23:15.020-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/post.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/post.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O Espaço o elo de um encontro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O espaço parece ser parte integrante da Literatura e da Geografia. A Geografia trata o espaço, estuda-o não só enquanto suporte, mas também enquanto espaço de relações sócio-económicas, a Literatura por sua vez descreve-o nestas duas dimensões através de contos, romances ou poemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os geógrafos e os literatos convivem no espaço, produzindo desta maneira as mais diversas visões sobre o mesmo, quer seja a partir de experiências ou da a análise de fontes secundárias&lt;br /&gt;Como é feito então este encontro em Eça de Queiroz? Representará e desempenhará o espaço um elemento assim tão importante na “ A Cidade e as Serras”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo nos leva a pensar que as respostas a estas perguntas são afirmativas, aliás sobre isto MATOS (2002:57), refere que o romance obedece a uma exposição concêntrica de todas as influências que determinam um pensamento ou um acto, estas inflûencias podem ser naturais: o solo, o clima, entre outras, ou sociais como os costumes e a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço em Eça de Queiroz não tem a simples função de evocar somente uma localização, não menos importante para a geografia, mas tem sobretudo a vantagem de existir uma noção de conjunto onde se encerram múltiplas relações e representações que sugerem verdadeiras interpretações espaço-temporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem!&lt;br /&gt;Bàrbara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATOS, A.Campos (2002-) Sobre Eça de Queiroz. - Lisboa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114652885142067510?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114652885142067510/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114652885142067510' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652885142067510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652885142067510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/05/o-espao-o-elo-de-um-encontro-o-espao.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114652459224980455</id><published>2006-05-01T15:52:00.000-07:00</published><updated>2006-05-01T16:38:35.900-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;1º DE MAIO: UM PRODUTO DA REDEFINIÇÃO DAS RELAÇÕES LABORAIS.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/Delacroix25A.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O 1º de Maio é mais uma vez comemorado um pouco por todo o mundo e se a data não nos é estranha – já que crescemos e nos habituámos a desfrutar dela e do que ela representa – talvez nos sejam menos familiares os contornos da sua criação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/1maio.3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/1maio.3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adopta o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/1_de_maio.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;outros países.”&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/1_de_maio.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(in &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Trabalhador"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Trabalhador&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/20040501portugal[1].jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em Portugal, só a partir do 25 de Abril de 1974 se começou a comemorar também esta data histórica. Nesse ano, o 1º de Maio ficou marcado pelo simbolismo das conquistas revolucionárias, pela adesão em massa da população e pela força dos sindicatos. No entanto, actualmente esta data não tem já a mesma capacidade mobilizadora e os sindicatos necessitam de rever as suas estratégias e adaptar-se às mudanças entretanto operadas nas sociedades modernas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sobre o 1º de Maio em Portugal, Elísio Estanque escreveu no jornal público – exactamente há dois anos – que:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Passados 30 anos desse momento apoteótico que foi o 1º de Maio de 1974, é tempo de reflectir sobre as transformações em curso na esfera do trabalho e as dificuldades daí resultantes para o sindicalismo português. (...) 30 anos depois do 1º de Maio de 1974, os problemas do trabalho agravaram-se e algumas das principais conquistas dos trabalhadores perderam-se ou estão ameaçadas, sem que o sindicalismo actual se mostre capaz de contrariar este estado de coisas. No actual contexto, a fragilização dos sindicatos é na verdade sinónimo de fragilização dos trabalhadores, mas existem processos sociais mais vastos que estão na base dessa debilidade. Por um lado, nos últimos vinte anos, uma aceleração global dos fluxos (materiais e imateriais) a todos os níveis, o que fragmentou as velhas classes sociais que serviram de suporte às principais lutas sindicais, recriando novas fronteiras e formas de desigualdade. Por exemplo, enquanto nas cúpulas da pirâmide social emerge uma nova elite constituída pelos profissionais altamente qualificados, dirigentes políticos, cientistas e académicos, que se instituem numa espécie de sobreclasse global, cuja condição privilegiada lhes permite usufruir da globalização e das inovações tecnológicas da sociedade da informação, na base da pirâmide submergem novas subclasses fortemente localizadas e dependentes, mesmo quando a busca de sobrevivência as leva a atravessar fronteiras ou continentes. Estas, são de facto as novas vítimas do capital global. Este novo subproletariado, que sobrevive nas fronteiras da exclusão social, não é evidentemente sindicalizável, mas o problema é que – sobretudo num quadro de desemprego crescente –, estes exemplos pautam os comportamentos da força de trabalho mais vulnerável, constituindo um poderoso mecanismo dissuasor e produtor de apatia e resignação, mesmo para quem (ainda) tem emprego.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(in &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ces.uc.pt/opiniao/ee/007.php"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.ces.uc.pt/opiniao/ee/007.php&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As consecutivas redefinições das relações laborais resultantes da luta dos trabalhadores tiveram o mérito de limitar a insegurança, a indefinição e a instabilidade criadas pelas primeiras formas de trabalho assalariado e conferiram um enorme valor histórico à relação de trabalho que hoje encaramos como tradicional e que surgiu após o século XIX nas sociedades em processo de industrialização. No entanto, é consensual a ideia de que as relações laborais estão num processo de transformação, desde há pelo menos duas décadas, por pressão da emergência de um novo paradigma tecnológico e de acréscimo da competitividade internacional, associado com os fenómenos de globalização económica. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De acordo com Maria da Conceição Cerdeira (2000), as relações laborais tradicionais – homogéneas, constituídas por empregos estáveis, regulares e contínuos, ocupados por assalariados a tempo completo, sob o controlo de um único empregador e no espaço da própria empresa – estão em franca reformulação. Até aos anos setenta – essencialmente durante os chamados “trinta anos gloriosos” – trabalhar significava, no sentido real do termo, estar empregado no seio da empresa industrial, beneficiando de uma verdadeira integração social ao nível laboral. A década de oitenta marca a passagem da “sociedade industrial” para a “sociedade de informação”, dando lugar a um novo projecto de sociedade. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entretanto, diversificaram-se e multiplicaram-se novas formas de emprego que vêm substituindo aquelas práticas clássicas, nomeadamente ao nível da duração do trabalho, sua regularidade e duração do contrato a que se juntam as formas de trabalho não assalariado juridicamente. O mundo do trabalho/emprego aparece, assim, hoje marcado por uma multiplicidade de situações e de modos de trabalho/emprego. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pode-se falar verdadeiramente numa crise do fordismo e no aparecimento de novas formas de organização económica e social que põem em causa, na actualidade, as imagens que tínhamos de empresa, trabalho e emprego.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cumprimentos a todos,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Luís&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114652459224980455?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114652459224980455/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114652459224980455' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652459224980455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652459224980455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/05/1-de-maio-um-produto-da-redefinio-das_01.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114652124879866261</id><published>2006-05-01T14:46:00.000-07:00</published><updated>2006-05-01T15:07:28.816-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/962db524678c54d42e73c26a1024a1d6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/962db524678c54d42e73c26a1024a1d6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal as rotundas ajudam ou não o trânsito a fluir? Apesar de poder ser motivo de discussão, uma das matrizes dos sistemas viários actuais aconselham à construção de rotundas nas malhas viárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 90, o semanário Expresso deu ao presidente da Câmara Municipal de Viseu o cognome Rotundas pela quantidade de rotundas existentes na cidade. Ainda o uso deste sistema viário não se tinha generalizado no país e Viseu já se distinguia como a cidade das rotundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenho da actual malha viária da cidade, assente num sistema "rádio-concêntrico (circunferências ligadas por radiais), começou a ser esboçado no início da década de 90, ainda no primeiro mandato do actual presidente da Câmara Municipal de Viseu, que teve início em 1989. E de pouco mais de meia dúzia de rotundas, Viseu passou em 10 anos para perto de quatro dezenas. Tantas que a própria autarquia já lhes perdeu a conta. E se a autarquia tinha encontrado na malha viária-concêntrica a fórmula para a fluidez do trânsito urbano, um estudo realizado pelo Departamento de Engenharia Civil, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, coordenado por Álvaro Seco, confirmou-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porquê a opção pelas rotundas? Porque todos os pareceres técnicos aconselhavam, em zonas de maior tráfego, a evitar os cruzamentos e os entroncamentos, responde Américo Nunes, vice-presidente da Câmara de Viseu desde 1989. "É o sistema mais inteligível e inteligente que se fez até hoje", defende Américo Nunes, vereador do pelouro de trânsito da autarquia viseense. O vereador do pelouro do trânsito hierarquiza o sistema viário da seguinte forma: primeiro opta-se pelos cruzamentos; quando estes não respondem passa-se para as rotundas; quando estas começam a não dar fluidez semaforizam-se; e, quando também já isto não responde, opta-se pela construção de soluções viárias alternativas, como túneis e pontes. "É assim em toda a Europa", conclui Américo Nunes acrescentando que na base estão os cruzamentos, os mais susceptíveis de formar filas e, consequentemente, congestionamentos de trânsito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Centro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114652124879866261?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114652124879866261/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114652124879866261' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652124879866261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114652124879866261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/05/afinal-as-rotundas-ajudam-ou-no-o.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114644368997543788</id><published>2006-04-30T17:32:00.000-07:00</published><updated>2006-04-30T17:34:49.996-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/283764.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/283764.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Exam informática em http://exameinformatica.clix.pt/noticias/internet/213189.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Telemóveis desafiam computadores no acesso à Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São já cerca de 28% os utilizadores de telemóveis que em todo o mundo utilizam estes equipamento para acederem à Internet, contra os 25% registados no ano anterior, revela um estudo da consultora Ipsos Insight agora divulgado.&lt;br /&gt;Estes dados levam a consultora a concluir que, em breve, o acesso à Internet poderá começar a ser efectuado na mesma proporção entre telemóveis e computadores, deixando de se registar a situação de actual prevalência de acessos via PC.&lt;br /&gt;A crescente capacidade das redes wireless, a multiplicação de aplicações móveis e a maior capacidade tecnológica dos telemóveis também deverão determinar que num futuro não muito longínquo o acesso móvel à Internet se comece a intensificar cada vez mais. “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia o acesso à informação em qualquer lugar é uma das características que distingue os países evoluídos, dos países menos evoluídos, sem infra-estruturas ou vias de comunicação. No entanto mesmo em Portugal podem existir assimetrias entre o litoral e o interior no acesso à informação e ao conhecimento (que são duas das principais alavancas para o desenvolvimento num mundo cada vez mais competitivo e globalizado onde as sociedades HI-Tech conquistam a supremacia global). É por isso uma boa notícia que o acesso móvel á Internet esteja a ganhar cada vez mais adeptos. Em Portugal esta iniciativa não parece acompanhar as experiências estrangeiras nos próximos tempos. A falta de aceitação destes serviços por parte do público deveu-se principalmente a três factores:&lt;br /&gt;- terminais móveis bastante caros (quando possibilitam velocidades 3G a um preço acessível os ecrãs são pequenos e de baixa resolução dificultando a navegação);&lt;br /&gt;- preços elevados na prestação de serviços onde a tarifa plana devia ser uma realidade (dado que permitia aceder à informação sem preocupação com o tempo dispendido na navegação, consulta de emails e outros serviços);&lt;br /&gt;- fraca qualidade da rede a nível técnico e de distribuição no espaço, que faz com que não seja fiável iniciar uma ligação a Internet com um telemóvel em qualquer ponto do país e a qualquer hora, tal como deveria ser (independentemente da quantidade de potenciais clientes presentes numa determinada região).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que a OPA à PT traga grandes mudanças nos operadores de telefonia móvel e que isso se reflicta em preços mais baixos e serviços de melhor qualidade mas, com a possível anexação da TMN á OPTIMUS, será difícil as operadores encetarem grandes mudanças a favor do consumidor. O consumidor precisa também de ser reivindicativo e mais exigente na escolha dos operadores fazendo valer a sua posição junto das instâncias competentes (DECO, ANACOM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Vilão Morgado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114644368997543788?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114644368997543788/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114644368997543788' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114644368997543788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114644368997543788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/segundo-exam-informtica-em.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114644641790088086</id><published>2006-04-30T16:33:00.000-07:00</published><updated>2006-05-01T16:52:20.896-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/scan.3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A criatividade, a percepção e a representação do espaço vivido pelas crianças&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A figura.3 é um desenho de uma criança que representa a sua casa na aldeia, onde desenha o estábulo dentro de casa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A figura.2 é a representação da cidade por uma criança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fig.2 e 3 retiradas de " Métodos y Técnicas de la Didáctica de la Geografía"(1996:29). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Figura 1. "Como medir a criatividade?" Revista Sciences Humaines ( Outº 2005:40).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na fig.1 foi distribuida uma folha em branco com quatro símbolos para três crianças da mesma idade. Como se pode verificar surgiram três desenhos completamente diferentes, onde cada criança usa a sua própria criatividade.&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/060501000836.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Segundo Vygotski o conhecimento é um produto social e um produto pessoal. Cada aluno tem uma maneira própria de interpretar o espaço humanizado, e as conexões e as relações entre conceitos estabelecem-se na mente de cada um com uma diversidade quase infinita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É evidente que que esta diversidade tem também muitos conceitos comuns, que se formaram por acumulação de experiências pessoais parecidas e percepções dentro do mesmo âmbito cultural. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os conceitos adquiridos por experiência directa vão dos mais concretos aos mais abstractos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os factores individuais da criatividade são grandemente modulados pelo meio em que a criança vive, em particular pela estrutura do ambiente familiar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os factores que originam as diferentes formas de criatividade são &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/060501001052.4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;condicionados não só em função do mundo onde as crianças fazem as suas experiências pessoais, como já referi, o meio familiar em que estão inseridas, mas também pelo meio social e todos os outros factores internos e externos que modelam o seu desenvolvimento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A capacidade de inventar, de criar, de simbolizar o mundo, a memória visual, as emoções, as capacidades de interagir com diferentes meios, quer tecnológicos, quer virtuais, são bons exemplos de características que distinguem as crianças umas das outras em relação à criatividade, à forma como a utilizam e também à percepção e representação do espaço que as rodeia e do qual fazem parte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Cristina&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/scan.4.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/200/scan.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/060501000836.3.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" height="200" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/200/060501000836.2.jpg" width="154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/060501001052.5.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" height="173" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/200/060501001052.4.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fig.1. Folha em branco     &lt;/strong&gt;      &lt;strong&gt;Fig.2.Desenho da cidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fig.3.Desenho de uma casa na aldeia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114644641790088086?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114644641790088086/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114644641790088086' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114644641790088086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114644641790088086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/criatividade-percepo-e-representao-do.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114624759856146195</id><published>2006-04-28T10:24:00.000-07:00</published><updated>2006-04-28T11:06:38.646-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/sem%20t??tulo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px" height="126" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" width="222" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;As práticas de desporto e lazer da população Universitária de Coimbra&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Este trabalho elaborado com base num estudo realizado pelo Doutor Rui Machado Gomes, professor associado da Faculdade de Ciências Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra, no livro “Os lugares do lazer”, onde são apresentados as várias formas de como os estudantes universitários costumam ocupar o seu tempo livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para a elaboração deste estudo foi realizado um inquérito aos vários estudantes universitário, através da recolha de uma amostra heterogénea de modo a ser possível a retirada de conclusões com uma pequena margem de erro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Depois da observação e análise dos dados do inquérito constatou-se que os estudantes referem não ter muito tempo livre, dedicando a maior parte do tempo para assistência, às aulas, ao estudo, ou então às tarefas domésticas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Continuando a análise, passando em seguida a analisar as diferentes práticas de lazer da população universitária, observa-se que a maior parte dos estudantes têm como principal prática a ida a bares ou a discotecas, sendo seguida pelo lazer e convívio em casa dos amigos. A forma de lazer em casa de amigos tornou-se um hábito corrente da população jovem, as saídas tendo por base o divertimento cingem-se em muitos casos às deslocações entre a casa dos amigos onde podem conversar, ouvir música ou ver televisão e os bares e as discotecas onde há um contacto permanente com pessoas novas e o divertimento é a nota dominante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No que concerne lazer desportivo, observa-se que infelizmente os jovens universitários praticam pouco desporto, preferindo na maioria dos casos, em períodos superiores a uma hora ficar em casa a ver televisão ou a jogar computador. Da análise aos dados observa-se que 43% dos estudantes realizam alguma prática física diária, registando-se que apenas 25% dedicam até uma hora por dia à actividade desportiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No que concerne à classificação dos desportos por género observa-se que os rapazes preferem os desportos colectivos, exercícios em casa, o atletismo, o ciclismo, enquanto que as raparigas optam mais pelas actividades tipicamente femininas como são o fitness, ou a ginástica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As razões que os jovens apresentam para a prática desportiva vão desde a manutenção de um corpo saudável, de um bem-estar físico e psicológico, até ao combate do stress.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As principais razões que os estudantes de Coimbra apresentam para não praticarem desporto são por um lado a falta de tempo e por outro o interesse por outros passatempos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É necessário aproximar os jovens do desporto, dos espaços desportivos, o que infelizmente não tem acontecido no que concerne aos estudantes universitários de Coimbra, sendo as razões apresentadas para esse distanciamento a falta de qualidade dos equipamentos, ou a distância aos mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para que os estudantes da universidade de Coimbra pratiquem cada vez mais desporto é preciso a colaboração de todas as entidades públicas que existem na cidade e que vão desde a autarquia, às associações desportivas, aos clubes e à universidade. Todos juntos devem criar melhores condições aos jovens para que se pratique cada vez mais desporto e que cada vez mais estudantes tenham possibilidade de o praticar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Deixo-vos aqui  questões no ar: Concordam com esta análise? Acham que esta análise caracteriza o estudante Universitário de Coimbra, no que concerne às ocupações dos seus tempos livres? Podem apresentar soluções se na vossa opinião algo está mal e precisa de ser mudado para que o desporto seja cada vez mais praticado .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tiago&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114624759856146195?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114624759856146195/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114624759856146195' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114624759856146195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114624759856146195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/as-prticas-de-desporto-e-lazer-da.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114622306121952975</id><published>2006-04-28T04:16:00.000-07:00</published><updated>2006-04-28T04:17:41.230-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Portugal Penaliza Mais Falta de Carta e Telemóvel do Que Velocidade &lt;a name="107739117109585157"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornal.publico.pt/2004/02/21/Sociedade/S09.html"&gt;PÚblico 21 de Fevereiro 2004&lt;/a&gt;"Portugal é um dos países que têm penas de prisão mais pesadas para quem conduz sem carta e é um dos mais activos na aplicação de sanções contra o uso de telemóvel ao volante, mas é o que menos castiga o excesso de velocidade. Estas são algumas das referências num relatório da União Europeia sobre as regras de trânsito e a sua aplicação legal nos estados membros. O estudo, tornado público pela Direcção Geral Europeia da Energia e dos Transportes, concluiu que é necessária "a promoção gradual de convergência das principais regras de trânsito" dos Quinze e que a sua "aplicação efectiva precisa de ser suportada por um sistema integrado de informação". É que, segundo o relatório, "a análise dos regimes de sanções mostra que, para a mesma infracção cometida, nos 15 estados membros seriam aplicadas 15 diferentes punições". [...]Um dos problemas relacionados com a aplicação da lei em casos de excesso de velocidade em Portugal é, segundo o relatório, a aceitação da prova (obtida por aparelhos de radar) em tribunal que, frequentemente, é uma fonte de dificuldades para as polícias. Em relação ao uso de telemóvel, Portugal, Itália e Espanha "parecem ser os países que escolheram este tópico mais activamente no que diz respeito a sanções". Foram aplicadas 3613 multas no território português, 33.279 em Espanha e 10.968 em Itália, segundo o mesmo documento. O uso de cinto é um dos aspectos especificamente regulados por todos os estados membros. Uma das mudanças anunciadas é o facto de Portugal ter intenções de tornar obrigatório o uso de cinto de segurança no transporte colectivo de crianças. O relatório sublinha ainda que "o uso de cinto no banco de trás não é considerado socialmente importante" para os portugueses. Em relação à condução de veículos sem carta, Portugal, França e Alemanha são os países que têm penas de prisão mais pesadas para castigar esta infracção, sublinha o relatório. Em França e Portugal, a pena pode ir até aos dois anos e na Alemanha o máximo estabelecido é de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Raquel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114622306121952975?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114622306121952975/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114622306121952975' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114622306121952975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114622306121952975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/portugal-penaliza-mais-falta-de-carta.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114622113138222583</id><published>2006-04-28T03:43:00.000-07:00</published><updated>2006-04-28T03:49:03.830-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Listas eleitorais que não cumpram paridade serão excluídas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Kosters/Lusa (arquivo)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1250040&amp;amp;idCanal=22"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O objectivo é aproximar o Parlamento português de uma composição em que o número de mulheres e homens seja equivalente&lt;br /&gt;Projecto debatido no dia 22&lt;br /&gt;Listas eleitorais que não cumpram paridade não serão aceites pelos tribunais&lt;br /&gt;Por São José Almeida&lt;br /&gt;quarta-feira, 8 de Março de 2006&lt;br /&gt;O projecto de lei do PS que introduz na lei a obrigatoriedade de as listas eleitorais terem um limite mínimo de representação por sexos de 33,3 por cento é hoje entregue pelo PS na Mesa da Assembleia da República, assinalando o Dia Internacional da Mulher. A discussão parlamentar deste projecto está prevista, pela direcção do grupo parlamentar, para dia 22 de Março, estando já reservado o agendamento do plenário pelos socialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No projecto está prevista a rejeição das listas eleitorais pelos tribunais no caso de este limite mínimo não ser cumprido. De resto, o PS repete os conteúdos já anteriormente defendidos em outros projectos de lei: que o limite mínimo seja de 33, 3 por cento para cada sexo e que este critério seja aplicado em todas as eleições plurinominais: Assembleia da República, Parlamento Europeu e autarquias.A intenção do PS, de acordo com informações obtidas pelo PÚBLICO junto de responsáveis da direcção da bancada parlamentar, é a de que o projecto seja aprovado com carácter de celeridade. Daí o agendamento estar já marcado. Foi também explicado ao PÚBLICO que esta lei será aprovada autonomamente e não negociada em pacote com outros diplomas que o PS pretende levar à Assembleia no domínio da melhoria da qualidade da democracia. Isto porque os socialistas estão vacinados com experiências passadas. Recorde-se que, no final da primeira maioria relativa de António Guterres, em Março de 1999, o primeiro projecto socialista que introduzia quotas no sistema eleitoral foi chumbado por toda a oposição. Já em Abril de 2001, o PS cedeu ao BE - que se estreava na AR nessa legislatura - a baixa à comissão sem votação dos respectivos projectos, aguardando aí a revisão do sistema eleitoral que nunca se fez, já que o BE queria que as quotas fossem a moeda de troca para que não houvesse círculos uninominais de candidatura no sistema eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dalila&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114622113138222583?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114622113138222583/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114622113138222583' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114622113138222583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114622113138222583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/listas-eleitorais-que-no-cumpram.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114555439529970089</id><published>2006-04-20T10:33:00.000-07:00</published><updated>2006-04-20T10:33:15.330-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://geo-glocal.blogspot.com/"&gt;Geo Glocal - Geografia Humana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, as mulheres imigrantes em Portugal, são em número bastante significativo, procedendo após a década de 80 ao reagrupamento familiar. Elas começam a emigrar sozinhas para a Europa, isto segundo um estudo encomendado pela Comissão Europeia em sete países: Itália, Irlanda, Dinamarca, Suécia, Polónia, Letónia e Portugal.&lt;br /&gt;Em Portugal o estudo foi coordenado por Karin Wall, uma investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, que concluiu que as mulheres já vêm sozinhas e que temos vários tipos de trajectória: mulheres mais velhas, entre os 40 e os 50 anos, que estão divorciadas e tem filhos adultos, mas que querem tentar refazer a vida familiar e obter melhores condições económicas; e mulheres mais novas, jovens, solteiras, que vêm de situações de pobreza no Brasil e noutros países da América do Sul que procuram também melhores condições de vida. (Fonte: &lt;a href="http://tsf.sapo.pt/online/radio/index.asp?pagina=Arquivo"&gt;http://tsf.sapo.pt/online/radio/index.asp?pagina=Arquivo&lt;/a&gt;, 2006-04-18).&lt;br /&gt;No geral, a mulher imigrante é jovem, com idades entre os vinte e os trinta e cinco anos, sendo os grupos com idades elevadas provenientes do Brasil, Índia e S. Tomé e Príncipe. A mulher é normalmente solteira nos escalões etários mais jovens; e casada, com ou sem registo, nas idades mais elevadas, tendo um ou dois filhos, constituindo famílias nucleares. Desempenham actividades profissionais que requerem baixas qualificações, nomeadamente funções de empregada doméstica ou de limpezas, de comércio e de restaurante, sendo de destacar a situação das chinesas em que predominam empresárias e das brasileiras que são maioritariamente técnicas superiores (Brito, 2001).&lt;br /&gt;É o sector privado que emprega maior número de mulheres, sendo que à excepção das chinesas, é o trabalho por conta de outrem o mais usual.&lt;br /&gt;A situação profissional destas mulheres é precária, tendo em conta a actividade profissional, o tipo de contrato, a situação perante a profissão, o tempo de exercício da função e a forma como encontrou o emprego. Apesar do carácter de precariedade, as mulheres que procuram emprego não encontram obstáculos, desde que para desempenhar as funções não qualificadas. É de referir ainda, que ganham salários bastante inferiores em relação aos homens das suas nacionalidades.&lt;br /&gt;A maioria destas mulheres tem qualificações que correspondem ao ensino secundário. Quanto às mulheres angolanas, brasileiras, guineenses e moçambicanas é de destacar que muitas possuem o ensino superior; enquanto que nas cabo-verdianas, indianas e santomenses predomina o ensino primário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luisa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114555439529970089?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114555439529970089/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114555439529970089' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114555439529970089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114555439529970089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/geo-glocal-geografia-humana.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114407854038034072</id><published>2006-04-03T08:25:00.000-07:00</published><updated>2006-04-03T08:50:35.710-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/caneta%20e%20papal.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/caneta%20e%20papal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;LITERATURA DE VIAGENS:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os itinerários e percursos assim como os roteiros e os diários de bordo são parte integrante desta literatura. Sobre isto ocorre-me então a ideia das viagens que fazemos com toda a ânsia que se prende com elas na tentativa de aprender e melhorar o nosso conhecimento sobre o mundo.&lt;br /&gt;È sempre um prazer fazer algumas leituras que integrem estas Leituras de Viagens, não só pela riqueza e pela forma como o texto é então feito, mas sobretudo porque ficamos a conhecer novos territórios que integram paisagens quer físicas quer humanas diferenciadas. Para além disso, ficamos a perceber a relação do homem com os espaços que então vai retratando. Na verdade, e ao contrário daquilo que se possa pensar, esta Literatura de Viagens ultrapassa a noção descritiva e entende a relação do sujeito e do território.&lt;br /&gt;Foram as “pitorescas descrições das ilhas do mar do Sul” do explorador alemão George Forester que motivaram Alexander von Humbolt a viajar e a estudar as grandes explorações da terra (CHOUPINA, 2005: 12). A sua importância acresce quando reflectimos sobre as então viagens feitas por Marco Polo, trazendo consigo inúmeras investigações nas mais diversas áreas do saber. Pela riqueza de informação que a descrição destas viagens possui também para a Geografia foi importante, não só pelo relato em primeira mão de lugares que eram desconhecidos mas pela própria interpretação que o sujeito dava a essa mesma descrição.&lt;br /&gt;A Literatura de Viagens não se trata de um texto ficcional, todavia a sua realidade é subjectiva, aliás ao que parece é sempre um critério a ter em conta quando estamos a analisar a Literatura enquanto fonte Geográfica. O espaço é entendido como uma entidade que possui significados diferentes, dotada de uma identidade própria que se prende com a interpretação que cada indivíduo faz (MOYA, 2004: 472).&lt;br /&gt;Parece ser assim proveitosa a contribuição da Literatura de Viagens para conhecer objectos geográficos e aquilo que os tematiza. Não vos parece? O que pensam então sobre esta temática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço!&lt;br /&gt;Bárbara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.institutocamões.pt"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.institutocamões.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;BOIRA Marques, RESQUES Velasco( 1996) " Las frentes literarias y documentales en geografia" in Moreno Jiménez e Marrón ( ed) , Enseñar Geografia: de la Teoria a la Prática, Editorial Sintesis, Madrid&lt;br /&gt;CHOUPINA, Francisco Armando Angélico ( 2005), O lugar do meio: uma leitura geográfica da obra de Miguel Torga, Coimbra&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114407854038034072?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114407854038034072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114407854038034072' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114407854038034072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114407854038034072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/04/literatura-de-viagens-os-itinerrios-e.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114302993738044898</id><published>2006-03-22T04:09:00.000-08:00</published><updated>2006-03-28T00:55:09.780-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estrada para o céu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;Os europeus adoram viajar por estrada e a União Europeia conta actualmente com mais de 375 milhões de utentes rodoviários. Adoramos a liberdade, a independência e o espírito prático que isso nos oferece. O que menos se aprecia é a morte, são os ferimentos, é a carnificina daí decorrentes. Em 2003, o último ano de que há registos, 39 062 pessoas morreram e 1,7 milhões ficaram feridas nas estradas da Europa.&lt;br /&gt;A verdade é que uma pessoa com menos de 50 anos de idade tem mais probabilidades de morrer num acidente rodoviário do que de ataque cardíaco ou cancro – representando os indivíduos na faixa etária dos 15 aos 24 anos um quarto dessas mortes. O sofrimento humano que esta carnificina provoca é incalculável, em termos puramente económicos o seu valor foi estimado em 2% do Produto Interno Bruto da União Europeia. Os acidentes rodoviários fatais raramente são divulgados nos noticiários nacionais, a menos que haja múltiplas vítimas mortais, como no caso de uma colisão de autocarro, ou várias crianças envolvidas. Isto parece sugerir um fatalismo deprimente de que se trata apenas de "acidentes inevitáveis", mas serão mesmo inevitáveis? Por que é que há tanta gente a morrer nas estradas? Há quatro factores principais;1. Excesso de velocidade – que contribui para cerca de um terço dos acidentes.2. Consumo de álcool ou de drogas – só a condução sob o efeito de álcool é responsável por 10 000 mortes por ano.3. Falta de cinto de segurança ou de capacete de protecção.4. Diferentes níveis de segurança oferecidos por diferentes veículos – se todos os veículos fossem tão seguros quanto os melhores da respectiva classe, metade dos ferimentos incapacitantes seria evitável.  Nestas circunstâncias, não é preciso ser-se Sigmund Freud para descobrir que é o comportamento humano – condução má e irresponsável – que está na origem da carnificina. Falando com franqueza, se todos cumpríssemos as regras do código da estrada, a Europa seria um lugar muito mais seguro. Para citar apenas uma área, um estudo realizado na Suécia em 2000 permitiu concluir que a observância total do limite de velocidade teria reduzido em 40% o número de vítimas mortais. No meio dos destroços, a UE e os governos nacionais estão a cooperar para encontrar maneira de reduzir o número de mortos. A meta que se fixaram é a redução para metade do número de vítimas mortais até 2010. A base para tal é a proposta de um "Programa de Acção Europeu para a Segurança Rodoviária" apresentada pela Comissão Europeia em 2003. Esta proposta identifica 60 medidas que podem ser implementadas a nível da UE e nacional. Com base nestas recomendações, os Ministros dos Transportes europeus acordaram em Dezembro último que existem quatro grandes áreas que requerem uma intervenção imediata, a saber; 1.  Aplicar as regras existentes e incentivar uma condução melhor e mais segura.2. Aumentar a segurança dos veículos; - Incentivar a investigação permanente no domínio da segurança – nomeadamente através da utilização de novas tecnologias. Estudar maneiras de incentivar as pessoas a conduzir veículos mais novos e mais seguros, eventualmente através de incentivos fiscais. 3. Melhorar as infra-estruturas rodoviárias – dedicando especial atenção à redução dos "pontos negros" onde se registam mais acidentes.4. Recolher e partilhar conhecimentos e ideias sobre métodos destinados a aumentar a segurança rodoviária. Esta última tarefa poderia ser levada a cabo por uma nova Agência Europeia de Segurança Rodoviária proposta que em princípio tem a aprovação do homem que orienta as recomendações no Parlamento Europeu – o deputado Ari Vatanen, Campeão Mundial de Ralis de 1981. No entender deste deputado finlandês, os políticos têm de assumir a responsabilidade e não se pode aceitar uma morte que seja na estrada. Ele acredita que o Parlamento aprovará uma resolução a apoiar o Plano de Segurança Rodoviária, quando votar sobre a matéria em finais de Setembro. No entanto, em última análise, cabe a cada um de nós, enquanto utentes rodoviários, assumir a responsabilidade pela segurança das estradas da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.europarl.eu.int/news/public/story_page/062-1004-255-09-37-910-20050819STO01003-2005-12-09-2005/default_pt.htm&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente não estou assim tão optimista quanto à eficácia da implantação destas regras. Os carros estão cada vez mais potentes, mais desenvolvidos, e é praticamente impossível um controlo eficaz sobre a velocidade dos condutores. A meu ver, a única maneira de controlar a velocidade, aumentando a segurança e diminuindo, consequentemente, o número de acidentes, seria estabelecendo limites de velocidades nos próprios carros. Porém essa é uma situação dificilmente acontecerá já que os interesses económicos falam mais alto. Já existe, no entanto, automóveis em que, para funcionarem, o condutor terá de medir a quantidade de álcool no sangue e, segundo o resultado, o automóvel funciona ou não. Esta, para mim, é uma das medidas que poderão resultar de facto. As multas pesadas ou não, não diminuem os acidentes e o número de vítimas pois quem tiver dinheiro acaba sempre por não ser muito afectado com isso e continua a infringir. Também não me parece que as medidas de consciencialização tenham grandes resultados. Só medidas radicais poderão diminuir os números gigantescos de vítimas rodoviárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Noronha&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114302993738044898?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114302993738044898/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114302993738044898' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114302993738044898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114302993738044898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/estrada-para-o-cu-os-europeus-adoram.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114263408868603343</id><published>2006-03-17T14:18:00.000-08:00</published><updated>2006-03-17T15:47:20.966-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;"Escola para todos"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Todos sabemos que aprender a falar, a ler, a escrevere a contar é, com certeza, o desejo de todas as crianças e a aspiração de todos os pais. Mas se, por um lado, 80% das crianças são capazes de aprender sejam quais forem as estratégias que se usem, o mesmo já não se pode dizer das restantes 20%. Isto é, sem dúvida, uma realidade das Necessidades Especiais nas escolas portuguesas. Tem de haver colaboração entre educadores, professores, pais e alunos.&lt;br /&gt;É preciso que percebamos que o &lt;em&gt;puzzle&lt;/em&gt; maravilhoso que é uma criança só se completa se as nossas atitudes forem as correctas.&lt;br /&gt;Com necessidades especiais pretendo dizer os alunos cujos problemas de aprendizagem se enquadrem num ou mais de três grupos essenciais: risco educacional, necessidades educativas especiais e sobredotação.&lt;br /&gt;Talvez nunca se tenha falado tanto de qualidade na Educação como hoje em dia, sendo os desafios da sociedade cada vez maiores. A exigência por uma educação de qualidade é cada vez maior. Mas há vários aspectos a ter em conta antes de encontrar o melhor caminho para a conseguir.&lt;br /&gt;É habitual dar conta que quando ouço falar, ou melhor, quando se usa a palavra qualidade no contexto da Educação ela associa a três representações que poderiam contribuir para uma melhoria da escola: uniformidade, a homogeneidade e a exigência. É esta trilogia de representações que passarei a comentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma escola mais uniforme; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Todos criticam a escola por ser demasiado flexível, pouco organizada e rigorosa com a programação. Mas, a nossa escola não é, assim tão flexível...Na minha perspectiva, não é tornar a escola mais uniforme, mas sim torná-la mais flexível, oferecendo modelos mais consentâneos com as necessidades e os interesses dos alunos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma escola com alunos mais homogéneos;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A bata ou bibe escolar e aorganização por classes permitiu alimentar a ilusão de que não havia diferenças na escola. Se existiam era mau sinal! O mito da homogeneidade continua a perseguir alguns professores, que se queixam frequentemente da heterogeneidade das suas turmas. Penso que se alguma vez existiram "essas" turmas homogéneas, estão em vias de extinção! Cada vez mais a escola é um "mosaico" de culturas, de apdidões e de condições de ensino e aprendizagem muito diferentes. A questão é se o ensino deve ser planeado para turmas concebidas como homogéneas ou deverá assumir que definitivamente a aprendizagem é para ser dinamizadacom grupos naturalmente heterogéneos?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma escola mais exigente&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;É frequente ouvir-se: " no meu tempo é que havia qualidade... sabia-se mais na 4ª classe do que estes miúdos sabem agora no ciclo ou liceu..." Poderá fazer-se dois tipos de comentários a estas frases. Primeiro, todos sabemos que os alunos de hoje dispõem de um capital de informação muito maior do que há 30 ou 40 anos. De facto, o conhecimento pode ter diminuído em profundidade mas aumentou em "latitude". Hoje os alunos sabem mais do que os seus pais ou avós sabiam na mesma idade. Assim, não é por os alunos saberem menos que a escola tem menos qualidade. A escola deve ser exigente. Deve ser exigente com a inclusão, não desistindo de qualquer aluno, exigente com a aprendizagem, conseguindo criar um ambiente de responsabilidade, de rigor e de amor ao conhecimento.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A escola é uma parte importante da vida da criança e alicerce para as aprendizagens que se farão ao longo da vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cristina&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/FOTOS%20BLOG.5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/FOTOS%20BLOG.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/FOTOS%20BLOG.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/FOTOS%20BLOG.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/FOTOS%20BLOG4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/FOTOS%20BLOG4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/FOTOS%20BLOG.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/FOTOS%20BLOG3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/FOTOS%20BLOG3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/FOTOS%20BLOG.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114263408868603343?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114263408868603343/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114263408868603343' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114263408868603343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114263408868603343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/escola-para-todos-todos-sabemos-que.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114247687138610832</id><published>2006-03-15T18:32:00.000-08:00</published><updated>2006-03-28T00:58:04.316-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Olá colegas geógrafos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Quando consideramos as necessidades das pessoas com deficiência visual, convém lembrar que a maioria,cerca de 90%,não são pessoas cegas, mas antes, pessoas com baixa visão. Utilizam a sua visão para se orientarem e para interagir com o mundo à sua volta. Assim, quando procuramos soluções urbanísticas que contemplem a acessibilidade das pessoas com deficiência visual, temos de tomar em consideração os aspectos visuais e não apenas a informação táctil e auditiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;  Por outro lado, procuramos soluções no âmbito de uma abordagem mais vasta, que tenta tomar em consideração todas as pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada um grupo que inclui não apenas pessoas com diversas deficiências mas também grávidas, pessoas com lesões temporárias e pessoas idosas, ou seja, pelo menos 20% da população. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt; Esta abordagem não só resulta em soluções mais harmoniosas, mas também reconhece que a acessibilidade é uma preocupação de todos e não apenas das minorias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Afim de atenuar algumas das dificuldades, das pessoas com deficiência visual, encontradas nas vias urbanas, houve necessidade de chamar a atenção dos responsáveis para estas situações. Assim, deixo aqui alguns dos pedidos feitos pela associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (Acapo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Que haja maior vigilância policial relativamente ao estacionamento irregular de veículos em muitos passeios da cidade;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Que sejam devidamente assinalados buracos e pequenas valas abertos na via pública, muitas vezes sem protecção, com sinalização errada ou insuficiente; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;•  O rebaixamento do passeio ou o levantamento da estrada;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Que se faça a aproximação de alguns semáforos às respectivas passadeiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Que se elimine o excesso de ruído provocado pelo trânsito em geral e demais actividade O excesso de ruído urbano, para além de ser uma nefasta forma de poluição, constitui para as pessoas cegas um aumento de dificuldade na sua mobilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• O uso de pavimentos tácteis para informar os peões com deficiência visual de potenciais perigos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Todo o mobiliário urbano deve ser alinhado para criar uma zona livre de passagem com pelo menos 1,20m de largura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Que sejam removidas ramagens de arbustos e plantas que, ao saírem para fora dos muros, incomodam e ferem o rosto de quem circula pelos passeios;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;• Implementação de um eficiente sistema de sonorização dos transportes colectivos de Coimbra;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Para ser bem sucedida, uma intervenção destinada a aumentar a acessibilidade necessita dos conhecimentos sobre o uso do espaço e as dificuldades encontradas pelos utentes. A melhor maneira de obter esta informação é consultar os utentes, especialmente aqueles com mobilidade reduzida ou os seus representantes. A adaptação de uma rua ou espaço público poderá ser onerosa em termos de dinheiro e tempo. Convém proteger esse investimento através de manutenção programada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:78%;" &gt;Fonte: http://www.acapo-centro.rcts.pt/dossier.htm&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Ricardo Santos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114247687138610832?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114247687138610832/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114247687138610832' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114247687138610832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114247687138610832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/ol-colegas-gegrafos-quando.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114242900054638751</id><published>2006-03-15T05:14:00.000-08:00</published><updated>2006-03-15T05:52:10.906-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/61/Nuclear_powerplant-01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/61/Nuclear_powerplant-01.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olá a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi tratar um assunto que anda na ordem do dia, devido a extinção (num futuro não muito longínquo) dos combustíveis fosseis, em particular do petróleo que é o motor da nossa economia ocidental. Penso ate que a próxima guerra será entre os EUA e o Irão, dado que este ultimo esta a pensar negociar o petróleo em euros, abrindo um precedente ameaçador à hegemonia americana dos "petrodolares", que são actualmente o sustento da economia americana (&lt;a href="http://www.energybulletin.net/7707.html"&gt;http://www.energybulletin.net/7707.html&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Em função destes problema de escassez energética e do aumento da procura e consumo de energia a nível global devido ao crescimento industrial dos BRIC (Brasil , Rússia, Índia, China), começa-se a falar cada vez mais de energias alternativas ou de diferentes formas de responder á demanda energética. Surge a ideia da energia nuclear como a melhor forma de colmatar estas exigências a grande escala, pois é o meio que permite maior produção de energia em kWh.&lt;br /&gt;Em Portugal também se voltou a discutir a matéria (depois de uma acérrima discussão em finais da década de 70 quando se pretendia construir uma central nuclear em Peniche), quando Patrick Monteiro de Barros propôs em Fevereiro de 2006, a construção de uma central no nosso território.&lt;br /&gt;Sou favorável à sua implementação e por isso deixo aqui algumas razoes que me levam a considerar tal decisão benéfica para o nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens do Nuclear para Portugal:&lt;br /&gt;É fiável.&lt;br /&gt;Os custos são semelhantes aos da produção de energia através de carvão.&lt;br /&gt;Produz grandes quantidades de energia com pouco combustível, que até é relativamente barato e neste aspecto é imbatível (para termos uma ideia, um kg de carvao produz 3 a 4 kWh e um kg de urânio produz 50000 kWh).&lt;br /&gt;Produz pouca quantidade de desperdício.&lt;br /&gt;Não produz fumo ou dióxido de carbono por isso, não aumenta o efeito de estufa.&lt;br /&gt;Portugal tem minerais de urânio no seu território.&lt;br /&gt;Fácil de transportar.&lt;br /&gt;Dependência energética fica atenuada em relação a países exportadores. resolvendo-se assim mais facilmente problemas como picos de corrente.&lt;br /&gt;Prestigiante para a nação e ao mesmo tempo pode servir de motor ao desenvolvimento de actividades cientificas dado ser necessário mão de obra qualificada para a manutenção.&lt;br /&gt;Será desenvolvida maioritariamente por grupos privados pelo que a rentabilização será mais eficiente.&lt;br /&gt;Ocupa pouco espaço e não produz poluição visual (para termos uma ideia a construção de uma central de energia capaz de produzir 1000 Mw necessita de 1 a 4 km2 se for nuclear ou a carvão, 20 a 50 km2 (tamanho de uma cidade pequena) se for de energia solar, 50 a 150 km2 se for de energia eólica e 4000 a 6000 km2 (tamanho de uma província) se for de biomassa).&lt;br /&gt;Permite cumprir o Protocolo de Quioto&lt;br /&gt;Pode permitir até a exportação de Energia para outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será assim do interesse de Portugal aproveitar as vantagens desta energia e também aqui, seguir o exemplo da Finlândia, que recentemente decidiu abrir uma nova central no seu território. Quanto aos riscos envolvidos são realmente consideráveis se existir má manutenção e desleixe,. como em muitas actividades industriais, no entanto, convém lembrar que Chernobyl, foi um teste que correu mal porque foram desligadas as medidas de segurança automáticas. Espanha tem duas centrais junto da nossa fronteira (uma perto do inicio do Tejo Espanhol) e importa um terço da energia produzida nas suas centrais para Portugal, por isso, corremos riscos sem benefícios como diz Patrick Monteiro de Barros.Não quero com isto demonstrar que o caminho é construir centrais nucleares, apenas que é uma solução tão ou mais válida que as outras energias alternativas que, actualmente ainda não são rentáveis. Esperemos que a sociedade debata o tema e caso venha a ser aprovado. O problema da localização irá ser uma reedição de Souselas mas, penso que desta vez, a haver projecto, será edificado junto à fronteira do Tejo, do Guadiana ou do Douro, devido à necessidade de refrigerar o reactor. Até as centrais de fusão nuclear atingirem o breakeven... que venha a fissão nuclear!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Vilão Morgado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114242900054638751?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114242900054638751/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114242900054638751' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114242900054638751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114242900054638751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/ol-todos.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114210599315591853</id><published>2006-03-11T11:31:00.000-08:00</published><updated>2006-03-11T18:22:50.910-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;PAUL LAFARGUE - "O DIREITO À PREGUIÇA"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá a todos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei a pesquisar um pouco sobre Paul Lafargue para o meu trabalho e achei por bem deixar-vos um comentário sobre “O direito à preguiça”, a sua obra de referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/Paul_Lafargue.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/Paul_Lafargue.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Paul Lafargue nasceu em Santiago de Cuba em 1842 mas com apenas dez anos mudou-se com a família para França, nomeadamente para Bordéus. Estudou Medicina em Paris mas cedo se começou a notabilizar como um aguerrido socialista que seguiu os passos de personalidades como Proudhon e Karl Marx. As suas preocupações sociais levaram-no à prisão de Saint Pélagie em 1883, local onde escreveu “O direito à preguiça”, um texto clássico mas que ainda hoje se reveste de originalidade e actualidade. Nele, Lafargue analisa as estruturas mentais colectivas do século XIX e cria um verdadeiro manifesto social que centra os seus propósitos sobre o valor do trabalho, insurgindo-se contra a estrutura e os conceitos que o regulavam nas sociedades capitalistas. Acreditava que o trabalho não era mais que um dogma imposto contra a natureza humana já que Deus nos teria moldado para a ociosidade. Na sua óptica, o ócio representava a essência humana de liberdade, não percebendo e criticando duramente as teorias sociais do capitalismo e aqueles que, por interesses óbvios e imorais, as suportavam no discurso. Não era possível que se suprimissem as alegrias e as paixões e se condenassem os trabalhadores ao papel de máquina, entregando-os ao trabalho sem tréguas e sem piedade. Mas não deixa de ser curioso o facto do autor não reconhecer um vínculo entre a preguiça e o trabalho, achando que este não seria mais que um condimento de prazer da preguiça. O trabalho era um mal que debilitava e que cegava os indivíduos, a preguiça seria o seu antídoto.&lt;br /&gt;O texto começa com uma mensagem sugestiva, curiosamente destinada àqueles que lutavam pelo direito ao trabalho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma estranha loucura se apossou das classes operárias das nações onde reina a civilização capitalista. Esta loucura arrasta consigo misérias individuais e sociais que há dois séculos torturam a triste humanidade. Esta loucura é o amor ao trabalho, a paixão moribunda do trabalho, levado até ao esgotamento das forças vitais do indivíduo e da sua progenitora. Em vez de reagir contra esta aberração mental, os padres, os economistas, os moralistas sacrossantificaram o trabalho. Homens cegos e limitados, quiseram ser mais sábios do que o seu Deus; homens fracos e desprezíveis, quiseram reabilitar aquilo que o seu Deus amaldiçoara. Eu, que não confesso ser cristão, economista e moralista, recuso admitir os seus juízos como os do seu Deus; recuso admitir os sermões da sua moral religiosa, económica, livre-pensadora, face às terríveis consequências do trabalho na sociedade capitalista.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, e depois de ler todo o texto, julgo que o seu discurso e a sua mensagem contêm alguns excessos ideológicos, mas que têm que ser naturalmente entendidos como uma reacção incisiva e corajosa à conjuntura laboral da época. O seu discurso recorre frequentemente ao passado e aos pensadores da Antiguidade que em muitos casos suportam a sua argumentação. O texto é extremamente rico em termos históricos.&lt;br /&gt;De qualquer forma, sempre houveram opiniões antagónicas sobre estas questões, umas valorizando e dignificando mais o trabalho e outras indo mais de encontro às opiniões de Lafargue. Na minha opinião, o trabalho e o ócio são fundamentais à vida de qualquer ser humano e complementam-se. O trabalho não deve ser menosprezado, mas o seu exercício deve ter limites, já que o homem não nasce exclusivamente para trabalhar. Julgo que devemos procurar o ponto de equilíbrio, embora as sociedades actuais sejam demasiado complexas e multi-facetadas para que, na prática, as coisas sejam tão simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é que nunca teve um dia daqueles em que não apetece fazer rigorosamente nada? Quem é que nunca se sentiu acomodado ao passar das horas no sofá da sala, lendo um livro ou simplesmente fazendo zapping aos canais da televisão? Quem é que nunca teve vontade de deixar de “picar o ponto” - ao trabalho ou às aulas - por um dia que seja para fazer uma viagem até qualquer lugar tranquilo, que alivie da tensão inerente às responsabilidades? Julgo que ninguém dispensa um pouco de tempo livre, por muito curtinho que seja...e nesse sentido, aplaudo a mensagem de Lafargue!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que arranjem uns minutinhos para ler o texto - que não é muito extenso – e para comentarem estas questões. Está traduzido na íntegra para português no seguinte endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.culturabrasil.pro.br/zip/direitoapreguica.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.culturabrasil.pro.br/zip/direitoapreguica.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprimentos a todos e até quarta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114210599315591853?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114210599315591853/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114210599315591853' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114210599315591853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114210599315591853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/paul-lafargue-o-direito-preguia-ol.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114133384192769106</id><published>2006-03-02T12:43:00.000-08:00</published><updated>2006-03-02T13:32:17.046-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/Baraka0782.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/Baraka0782.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0542.0.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0542.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0505.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0505.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0693.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0693.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0520.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0520.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0496.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0496.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/1600/baraka0230.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2046/2127/320/baraka0230.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre o BARAKA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ficam assim algumas imagens sobre o filme de que falei.Quero salientar que estas são só algumas das muitas fotografias fabulosas do documentário, e que foram escolhidas sob um critério muito pessoal.Para quem conhece o filme percebe o quanto injusta pode ser esta selecção, já que todas elas visam a nossa ciência.  &lt;br /&gt; Existem imagens que fingem a realidade, outras têm como preocupação o retrato dessa mesma realidade. Umas andam de mãos dadas com a ficção, por outro lado, outras fazem da vertente documental a sua forma de arte.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bárbara Pedrosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114133384192769106?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114133384192769106/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114133384192769106' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114133384192769106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114133384192769106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/ainda-sobre-o-baraka-ficam-assim.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114129706545921707</id><published>2006-03-02T02:37:00.001-08:00</published><updated>2006-03-02T09:49:38.696-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>BARAKA: Um FIlme Documentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Depois de ter visto este filme não sei quantas vezes e tendo sido a última vez precisamente ontem, achei que seria interessante partilhar tanto com os colegas como com o professor de seminàrio o mesmo.&lt;br /&gt;  Esta pertinência advém do retrato de uma série de paisagens quer físicas quer humanas, da sua complementaridade e também das suas próprias contradições. Faz a fotografia dos problemas do mundo, aborda a questão das fronteiras, o crescimento das cidades, a forma como consumimos mas também como trabalhamos. As culturas, as religiões, os homens e as mulheres nos diferentes espaços do globo terrestre. &lt;br /&gt;  Ron Fricke(realizador deste filme documentário) olha o mundo, com olhar de geográfo, e por isso com toda a sensibilidade e atenção que isto exige. &lt;br /&gt;  È na minha opinião, um excelente exercício geográfico não só no que concerne à observação destas mesmas imagens, mas também pela interpretação e reflexão que elas requerem. Além disso, no meu entender, o filme vai de encontro a todos os temas de seminário que estão a ser tratados assim como a muitas das questões que são discutidas nas aulas do mesmo.&lt;br /&gt;  Fica a sugestão...com a promessa que levarei o filme para a próxima aula de seminário para o emprestar aos interessados. &lt;br /&gt;  Fiquem bem!!! &lt;br /&gt;                                                      Bárbara Pedrosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114129706545921707?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114129706545921707/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114129706545921707' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114129706545921707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114129706545921707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/baraka-um-filme-documentrio_02.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114126581324704537</id><published>2006-03-01T18:15:00.000-08:00</published><updated>2006-03-01T18:16:53.246-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Desde o ponto de viragem, que foi marcado pela Revolução dos Cravos , que Portugal assiste impávido a uma mudança galopante dos hábitos de consumo, das relações vividas á mesa e do tempo despendido.&lt;br /&gt;Para nós geógrafos, que tratamos com afinco questões relacionadas com retratos territoriais e o modo como estes caracterizam determinadas regiões, foi explosiva a recente noticia, que as designações do tão afamado vinho do porto (a primeira região demarcada da Europa), que caracterizam um modo sócioeconómico secular da Região do Douro possa ser depauperada, de um modo tão simples.&lt;br /&gt;Será que o futuro que se avizinha com os bens alimentares passará pelo mesmo processo?&lt;br /&gt;Os restaurantes de fast-food, as indústrias alimentares, a recente doença da gripe das aves, conduz este pequeno território a um voluntarismo consequente de uma dieta, que nos é imposta pelas cotas de mercado dos grandes produtores, e inconscientemente nos obriga a tipificar a nossa dieta.&lt;br /&gt;Desde a literatura até aos Mass Media, que a agressividade da publicidade nos transmite mensagens subliminares, e nos faz atravessar a barreira cultural que nos caracteriza, para adquirirmos uma outra em que não nos reconhecemos.&lt;br /&gt;Estas questões ficam em aberto para que a discussão e a critica possa surgir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Marques&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114126581324704537?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114126581324704537/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114126581324704537' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114126581324704537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114126581324704537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/03/desde-o-ponto-de-viragem-que-foi_01.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-114080614906674603</id><published>2006-02-24T10:17:00.000-08:00</published><updated>2006-02-24T10:35:49.186-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A população está cada vez mais tecnologicamente eequipada e informada para combater determinado tipo de vulnerabilidades que a obrigam a acções diversas perante uma sociedade que, ao evoluir tem criado um conjunto de situações de risco e perigosas para o bem-estar, a saúde, a convivência e mesmo a sobrevivência das pessoas. O imediatismo das nossas vontades tem estado a colocar em perigo a vida dos seres humanos e a de outras espécies. Neste âmbito coloca-se a temática da energia atómica para suprir as necessidades energética de Portugal. Será que Portugal deve assumir um programa de implantação de centrais nucleares para colmatar as suas necessidades energéticas? Ou isso será um erro que virá a ter reflexos  na qualidade devida da população e na sua segurança? Conseguiremos assim substituir as nossas necessidades de petróleo, ou a energia atómica servirá apenas para substituir outras forasm de energia que não o petróleo?&lt;br /&gt;Neste âmbito do risco parece que as aves com H5N1 estão cada vez mais no coração da Europa. Dentro de alguns meses uma parte da população estará infectada com a gripe das aves. Será que está a ser feito tudo ao alcance das instituições responsáveis pela saúde pública para reduzir o risco de uma pandemia.&lt;br /&gt;Os riscos a que a população está sujeita são cada vez maiores, embora se criem modos de os combater, a natureza parece estar a querer vingar-se do afastamento que o ser humano tem demonstrado relativamente a ela. O que devemos fazer?&lt;br /&gt;Foi morto um sem abrigo por um conjunto rapazes que, embora não parecesse terem o intuito de o matar, trouxeram à ribalta o modo como as relações na sociedade atingiram formas novas e perigosas, pelos menos para alguns grupos sociais.&lt;br /&gt;Ainda neste âmbito, foi dada à estampa nova legislação sobre o uso e venda de armas em Portugal, precisamente numa altura em que as agressões com armas de fogo perante as autoridades policiais estão a aumentar. Deverá a polícia ter outro comportamento em situações de risco?&lt;br /&gt;Muitas dúvidas e poucas respostas. Será que podemos fazer alguma coisa relativamente a estes problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-114080614906674603?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/114080614906674603/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=114080614906674603' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114080614906674603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/114080614906674603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/02/populao-est-cada-vez-mais.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21058867.post-113819138549866575</id><published>2006-01-25T04:15:00.000-08:00</published><updated>2006-01-25T04:16:25.510-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bom a dia a todos os geógrafos. O blogue está inaugurado.Postem muito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21058867-113819138549866575?l=geo-glocal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geo-glocal.blogspot.com/feeds/113819138549866575/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=21058867&amp;postID=113819138549866575' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/113819138549866575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21058867/posts/default/113819138549866575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geo-glocal.blogspot.com/2006/01/bom-dia-todos-os-gegrafos.html' title=''/><author><name>geoglocal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11989035802259431318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
